quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Criação

O poema que não fiz
permanece à soleira de minha porta
Aguarda, insiste, muda de textura
Deixa-me alheia, perplexa, intensa
Grávida de palavras afoitas
que me desejam uma boa hora
Ávidas pelo momento de se transmutarem em luz

4 comentários:

José Doutel Coroado disse...

Cara Stella,
gostei!
felicitações
abs

angela disse...

Um prazer tê-la aqui e assim já grávida de palavras intensas.
beijos

Lis disse...

Stela Tavares , conheço essa poeta!
faz poemas lindos e crônicas também.
me perdi do blog dela , vou pesquisar.
criação perfeita
parabens

missosso disse...

o poema que não fizemos nos pesa Stella!